Índigos

 
  Sistema educativo português não acompanha Crianças Índigo    ··· novo ···


Sistema educativo português não acompanha Crianças Índigo Chamam-lhes«índigos», mas o nome não é relevante. Podem ser crianças agitadas, mais intuitivas, atentas ou, pelo contrário, 

parecerem desligadas do que as rodeia. São crianças como as outras, mas que muitas vezes se sentem diferentes. Apesar de inteligentes, têm dificuldades na escola. Os pais nem sempre sabem lidar com elas e recorrem 

aos médicos, que lhes chegam a diagnosticar autismo ou doença de Aspergers. Na Casa Índigo, em Paço de Arcos, estas crianças são tratadas como seres únicos, a quem procuram integrar na sociedade. Sente-se 
um ambiente caloroso e de tranquilidade assim que se entra. Os sofás e as 

almofadas pelo chão convidam a sentar. Alguns pais reúnem-se em torno de uma chávena de chá, antes de assistirem a um filme sobre «Crianças Índigo». Sílvia entra na sala pronta a partilhar a sua experiência com quem quiser ouvi-la. Mãe de

dois rapazes - o Pedro, com nove anos, e o João, com 14 - chegou à Casa Índigo já sem esperança. O mais novo - conta - é «uma criança problemática desde que nasceu». Instável e com «uma péssima auto- estima», o Pedro dizia 

frequentemente «não gosto de mim». Desde cedo, Sílvia percebeu que o filho mais novo tinha dificuldades: não gostava da escola, não conseguia ler e «não 
sou capaz»
 era uma frase que utilizava constantemente. Para além disso - 

acrescenta - é uma criança que «não se dá» a nível social. Psicólogos e psicoterapeutas não davam resposta ao problema do Pedro. Mas, depois de uma sessão de «Auto Consciência Índigo», Sílvia notou que, pela primeira vez, o filho

«tinha tido prazer em alguma coisa»
. Na Casa desde Setembro, o Pedro já consegue ler, domina a Matemática e, até, «já conversa». Para Teresa Guerra, professora durante 22 anos e responsável pela Casa, a mudança de 

comportamento do Pedro tem umaexplicação simples: ali, dão «espaço e tempo»às crianças, ao contrário do sistema educativo, em Portugal, que tenta «encaixar» todos da mesma forma e, quando percebe que «as caixas não dão», acaba por 

fazer com que eles tenham «graves problemas». Autora de dois livros («Crianças Índigo» e «O Poder Índigo»), Teresa sentiu necessidade de escrevê-los porque «estavam a aparecer muitas crianças com um determinado comportamento» que «não eram entendidas»

Notoriamente ligada ao lado espiritual dos seres humanos, explica que todos nascemos com um campo electromagnético à volta, vulgarmente chamado de aura, e que, segundo um estudo desenvolvido por psicólogos norte-americanos, a maior parte das crianças, hoje em dia, nasce com uma aura de cor índigo (azul escuro). 

Estas trazem «uma grande energia», nascem «com mais capacidades» e têm«o hemisfério direito (do cérebro) mais desenvolvido», ou seja, são mais intuitivas e sensíveis. No entanto, «não têm comportamentos normais socialmente», o que leva a que, muitas 

vezes, lhes seja diagnosticado défice de atenção ou hiperactividade. O filho mais velho de Sílvia, o João, «é a antítese do outro»: gosta da escola e é sociável. No entanto, «tem muitos medos interiorizados». Mesmo em situações de brincadeira, «ficava em pânico»

Desde que está na Casa Índigo, Sílvia sente que o João «está a estruturar-se»e começou «a abrir a caixinha de surpresas». A maior de todas surgiu nas aulas de Matemática: assim que a professora escrevia no quadro «uma conta daquelas bem complicadas, o resultado saía-

lhe automaticamente»
. Mãe e filho não sabem explicar como acontece, mas garantem: o raciocínio do João é «mais rápido que a própria máquina de calcular». O problema, conta Sílvia, é que «como aquilo é 

tão óbvio para ele, chega aos 'pontos', não põe os cálculos, e baixa as notas»
. Tal como explica Teresa Guerra, muitas vezes, estas crianças têm «padrões de inteligência acima do normal». No entanto, como «o 

sistema educativo não acompanha»
, elas acabam por estar nas aulas«alheadas daquilo que se está a dizer» porque «não lhes interessa». Existem ainda as crianças «cristal»«um derivado mais aperfeiçoado 

do índigo»
. São muito expressivas e «altamente telepáticas». Certa vez, Teresa Guerra foi contactada por uma médica portuguesa que lhe contou que o filho de quatro anos «adivinhava quem tocava à porta» da 

rua, quando a família vivia num 12º andar. No entanto, estas crianças comunicam, sobretudo, com a expressão e com o olhar. Dizem poucas palavras e «começam a falar mais tarde». O que leva a que sejam 

«catalogadas como autistas»
 ou que lhes possam diagnosticar, erradamente, a doença de Aspergers (forma ligeira de autismo). Luís é pai de duas raparigas e apesar de considerar que os adultos «devem passar 

conhecimento» 
às crianças, tem a certeza de que «elas já sabem mais». A filha mais nova, a Mafalda, tem oito anos, e sempre foi «muito activa»«com um raciocínio muito rápido». Aos quatro anos de idade, 

já deixava os pais sem resposta devido ao vocabulário que utilizava «demasiado avançado e rebuscado». Com a morte prematura da mulher, Luís começou a passar mais tempo com a filha e detectou algumas 

características «diferentes»«eu começava as frases e, antes de terminar, só de olhar para mim, ela conseguia adivinhar o que eu queria dizer».«E depois» - continua - «é impossível não lhe dizer a 

verdade»
, a Mafalda «parece que nasceu com um detector de mentiras». Tal como está explicado no «site» da Casa Índigo, «a aversão à mentira, falsidade e manipulação» são características típicas 

destas crianças. No entanto, em situações limite, ao contrário das crianças«cristal» que «evitam confrontações», as «índigo»«não mostram medo em enfrentar as coisas e as pessoas». Na altura da morte da 

mulher, Luís estava receoso quanto à reacção da filha, mas surpreendeu-se: «em vez de eu lhe dar apoio, era ela que me apoiava. Parece que eles encaram a morte de maneira diferente». Segundo Teresa Guerra, 

nas sessões realizadas quinzenalmente na Casa Índigo, as psicólogas tentam fazer as crianças «perceber porque é que existem determinados comportamentos em sociedade»

Sónia Lourenço, psicóloga clínica, responsável pelo grupo dos seis aos 11 anos, explica que através de brincadeiras e actividades adequadas à idade procuram«trabalhar estratégias para quando há medos» e aprofundam 

a parte emocional. «Não é uma ida normal ao psicólogo», assegura Rita Soares, psicóloga clínica, encarregue do grupo de adolescentes dos 12 aos 17 anos. Em grupo, sentam no chão e, se necessário, discutem «assuntos 

que os perturbem»
. Por exemplo, explica, «agora estamos a falar de afectos, como é ser rapaz ou rapariga. Eles estão naquela fase de achar que os outros são umas 'melgas'». Apesar de o conceito de 

crianças «índigo» não traduzir uma elaboração científica, aceite no campo da psicologia clínica enquanto tal, as actividades da Casa estão todas por conta de técnicos com formação na área da psicologia. 

Em conjunto com as psicólogas clínicas, no grupo dos mais pequenos, colabora uma psicóloga comportamental e, com os adolescentes, trabalha uma psicóloga educacional. Quando a criança ou o adolescente chega à 

Casa é feita uma entrevista (individual ou com os pais) e só depois são inseridos no grupo. «O nosso trabalho é sentir muito», garante Rita Soares, «às vezes notamos (o problema) no comportamento dos pais 

quando entregam os meninos lá»
, por isso, os adultos também são acompanhados. Outro dos objectivos das sessões é fazer com que eles tenham«técnicas de estudo». Ajudam-nos a organizar o tempo, a 

melhorar a capacidade de concentração e a desenvolver a criatividade: «porque é que a relva não há- de ser rosa?» - questiona Sónia Lourenço - «é da cor que quiseres».

Na Casa Índigo existem vários denominadores comuns. Apesar de falarem de «índigos», «cristal» e de muitos outros conceitos possíveis, não aceitam rótulos. Cada criança está na Casa por vontade própria e fica o tempo que 

desejar. Se a família tiver dificuldades financeiras, é recebida da mesma forma porque a Casa assume-se como uma fundação sem fins lucrativos. As crianças podem fazer yoga, meditação e terapia de florais de Bach. Apesar 

de, no exterior, algumas pessoas olharem com desconfiança para estas actividades, na Casa Índigo estão de pedra e cal contra o preconceito: «este projecto devia chegar ao coração de toda a gente, em vez de 

acharem que estas coisas são estranhas porque se fazem meditações»
, afirma Sílvia, «é só levar as crianças a olharem para elas mesmas e darmos-lhes segurança em cada passinho que dão. 

Saberem que vão ter problemas nas vidas deles e que vão ter de resolvê-los, da melhor maneira, de forma a não ficarem afectados. Este projecto é para seguir»


Marta Rangel /EXPRESSO Online
 
  E-REVISTA AMÉRIKA ÍNDIGO    ··· novo ···


Para os Pais de família, jovens e professores... Oferecemos-lhe uma ferramenta prática para melhor entender a nova geração e a nós mesmos, para agirmos adequada e amorosamente!

Trata-se de uma revista electrónica mensal, em espanhol, inglês e português, onde o assunto das crianças e jovens da nova geração está à sua disposição. A revista é de distribuição livre e gratuita. Cada revista tem uma secção de informação geral sobre esta nova geração; educação e saúde; histórias, testemunhos, poemas e intercâmbio cultural.

Para se inscrever e passar e recebê-la mensalmente, deverá mandar um mail em branco para: enservicio@datafull.com mencionando no assunto: inscrição em português.

Se quiser consultar revistas anteriores deverá consultar o nosso site em www.indi-go.org

A revista AmériKa Índigo é editada pela Fundação INDI-GO, do Equador. A equipa de contacto é formada por Dana Tir e Maria Fernanda Domato, na Argentina e conta com a colaboração de vários autores de países da América Latina e outros. A coordenação da tradução para português é assegurada por Henrique Moraes (hmoraes@clix.pt).

Henrique Moraes 
Viagens Fim do Mundo
hmoraes@fimdomundo.com


hmoraes@clix.pt 
mobile: 
+ 351 919108527

 
  A Criança Índigo
  31/03/04   
Meninos e meninas mais sensíveis, criativos e independentes,
já formam uma nova geração, fruto da revolução tecnológica.
  Como lidar com o índigo

· Sem disposições:
A psicóloga Débora Gil diz que os pais do índigo não devem fazer imposições só por necessidade de obediência. Essas crianças sensíveis, talentosas e inteligentes não aceitam explicações do tipo porque sim ou porque não, respostas, segundo ela, tidas como de criança mas muito usadas por pais autoritários. Essas crianças não funcionam assim e exigem que os pais, com calma, expliquem o porquê de suas ordens.

· Castigos absurdos: As ameaças de castigos absurdos, como o homem do saco vai pegar, vão passar pimenta na boca ou papai do céu vai castigar, podem fazer o feitiço virar contra o feiticeiro. O índigo vai ver que esses castigos não acontecem e perderá o respeito por esses pais.

· Discussões fechadas: Nunca se deve discutir a respeito do índigo na frente dele. Ele vai querer participar da discussão. Até mesmo uma questão marido-mulher, do tipo você demorou a chegar, dá ao índigo o direito de se intrometer.

· Pais divergentes: Se o índigo percebe que os pais discordam em muitas questões – e ele percebe tudo - vai acabar manipulando a família inteira. Os pais devem divergir longe do índigo.

· Pais atualizados: Os pais do índigo devem se atualizar em questões de alta tecnologia para poder acompanhar a criança e conversar com ela. Os índigos preferem revistas de ação, desenhos mais elaborados como os do X-Man, de tecnologias mutantes, jogos eletrônicos hiperativos como The Sims, que é uma simulação da vida real; o Civilization, que cria estratégias para a civilização desde o começo do mundo e leva meses para terminar. Se os pais não se atualizam, segundo Débora Gil, rapidamente os índigos deixarão de falar com eles, com a convicção de que eles não entendem nada mesmo.

· Redação na escola: A psiquiatra Ana Beatriz B. Silva diz que nos Estados Unidos as escolas assimilaram há algumas décadas a lidar com os índigos, estimulando suas potencialidades. Uma sugestão de Débora Gil é a de redações de temas livres e variados. O índigo escreve com pressa, come palavras e teria mais facilidade em escrever sobre o que mais lhe agrada.

· Professor aliado: As turmas do índigo devem ser pequenas e o professor não deve ser um superior, mas um aliado. Uma maneira de trazer a atenção do índigo é lhe passar tarefas significativas, papéis de responsabilidade. Ele deve ser convidado para ser o monitor, um auxiliar do professor e jamais deve ser repreendido em público, muito menos de maneira estúpida ou severa.

Jornal O Globo – 27/07/2003  
 
  Energia e Criança Índigo

O sistema imunológico identifica o inimigo e o combate. O Timo identifica o inimigo e se harmoniza com ele, a luta por esta harmonia será o tema durante os próximos 12 anos, e envolve a consciência, a biologia, a política e a física.
Uma criança Índigo expressa a freqüência Índigo, que é a vibração do chakra do terceiro olho (frontal).
Os chakras são vórtices energéticos. O chakra do terceiro olho unifica as qualidades do hemisfério direito e do hemisfério esquerdo, e estas qualidades parecem estar mais desenvolvidas do que o normal. Este maior desenvolvimento do chakra do terceiro olho é viver de maneira diferente, não somente racional intelectualmente com qualidades atemporais, psicomágicas, intuitivas, conscientes da realidade e além dos 5 sentidos distinguem as próprias do hemisfério direito. 
Ou seja, conscientes de que pode haver presenças angelicais, guias e seres de outros planos.
É uma freqüência que unifica o prático com o criativo. 
Um dos atributos da freqüência Índigo é não somente a cor da aura, como sua alta vibração, é que nasceram com uma visão de conjunto acerca do que se pode fazer para melhorar a vida na terra, transformar-se espiritualmente para ter revelação e realização.
A energia do Índigo é que as coisas não estão estancadas, que podem transformar-se rápido com o propósito de paz e harmonia, ainda que com as crises que provocam pareça ir para outro caminho.
Por isso as palavras chaves para reconhecer um Índigo são: liderança, entusiasmo, inovação, originalidade, criatividade, carisma e autonomia. 
Crises significam oportunidades; é a missão do Índigo, oportunidade para transformação a favor da justiça coletiva.
As crianças Índigo são a geração que nascem atualmente e a maioria tem 8 anos de idade ou menos. Atravessar ou passar a fase criança e adolescência será difícil devido ao seu inconformismo para cumprir sistemas estabelecidos e disciplina, e provavelmente colaborarão a modificar o sistema educativo, social e político. 
As crianças Índigo e Cristal vêm para elevar a vibração do planeta Terra. Diz-se que mais ou menos 85% das crianças nascidas depois de 1992 são Índigos. Não há dois Índigos iguais, pode haver alguns com maior potencial enfocado para fazer arte, tecnologia, terapêuticas ou intuitivas.
Sua etiqueta de hiperativos se deve a sua grande quantidade de energia. Mas não são todos hiperativos que são Índigos, nem todos Índigos são hiperativos, ainda que podem passar por etapas hiperativas. 
A diferença é que o hiperativo não pode concentrar-se em nenhum lugar por sua disfunção neurobiológica que em maior ou menor medida pode ter. 
Uma criança hiperativa tem um movimento mais compulsivo e se move inclusive quando dorme. Pede atenção continuamente, mas não presta atenção, necessita sempre de estar com alguém e aprende por repetição.
O Índigo sabe concentrar-se sempre que tenha um estímulo criativo e pede que lhe dêem atenção. Aprende por explicação porque pode escutar, o hiperativo não.
A criança Índigo atua compassada e o hiperativo não controla bem o espaço, tem problemas de psicomotricidade e não é consciente de que pode fazer danos aos demais. 
O Índigo é prudente o hiperativo não tem sentido de temor; o Índigo precisa de explicação, o hiperativo de repetição. 
Ao começar a falar o Índigo faz frases inteiras, o hiperativo faz frases curtas, repetitivas e com falta de conexão e coerência com a realidade temporoespacial.
Mas uma diferença essencial é que o Índigo expressa as suas emoções. As crianças Índigo são chamadas “rompedores de sistemas”. Os Cristais são os “pacificadores”.

A etiqueta Cristal porque são seres Crísticos, com sua aura branca ou transparente; com grande capacidade telepática, com uma intuição muito elevada e desenvolveram poderes naturais de solução para eles e outros.
Comunicam-se com animais mentalmente e tem um respeito natural por toda vida animal e vegetal.
São crianças mais solitárias e evitam multidões. As crianças Cristal odeiam a confrontação, se quebram emocionalmente, eles irradiam paz e tranqüilidade e harmonizam a energia que os rodeia. O rol dos Índigos é caos e confrontação. Os Cristais fazem coisas semelhantes à dos Índigos, mas sem confrontação. O Índigo abre caminho para geração Cristal.
Há crianças que despertaram aos 27 anos toda a sua potencialidade vibracional; a geração dos anos 50 tem sido um canal para dar Luz aos anos 70 a estas crianças.
Terá que modificar os vínculos afetivos para que eles não sejam submetidos à violência e a somatizações porque o meio não lhes permite expressar suas opiniões e necessidades.

CARACTERÍSTICAS DAS CRIANÇAS ÍNDIGO

· Tem uma forte auto-estima e conexão com a fonte (Divina).
· Sabem que pertencem aqui até que se diga o contrário.
· Tem um evidente sentido de si mesmos.
· Tem dificuldade com a disciplina e com a autoridade.
· Negam-se a seguir ordem.
· É tedioso esperar em fila, carecem de paciência.
· Frustram-se ante sistemas rituais (cerimoniais) ou que requerem pouca criatividade.
· Freqüentemente encontram melhores maneiras de fazer as coisas em casa e na escola.
· Geralmente são inconformistas.
· Não respondem a mecanismos de culpa, querem boas razões.
· Aborrecem-se facilmente com tarefas consignadas.
· São bastante criativos.
· É fácil distraí-los, podem fazer muitas coisas de uma vez.
· Apresentam forte intuição.
· Tem grande empatia por outros ou nada de empatia.
· Desenvolvem pensamento abstrato desde pequenos.
· São dotados e/ou talentosos, muito inteligentes.
· Freqüentemente os identifica ou se suspeita que tem *ADD ou **ADHD (*attention déficit disorder) (**attention déficit hyperactive disorder), mas podem concentrar-se quando querem.
· São talentosos, sonhadores e visionário.
· Tem visão muito velha e profunda (ancião).
· Tem inteligência espiritual e/ou habilidades psíquicas.
· Freqüentemente expressam cólera externa mais que interna, e podem ter problemas com a ira.
· Necessitam do nosso apoio para descobrirem a si mesmos.
· Estão aqui para modificar o mundo – para nos ajudar a viver com mais Harmonia e Paz entre nós e para elevar a vibração do planeta.

Extraído do Livro
“INTRODUCTION TO INDIGO CHILDREN – WHAT´S AN INDIGO CHILD?” 

 
  Textos Disponíveis para descarregamento

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